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De Freddie Mercury à Coldplay: Como idealizo os meus shows

Cresci assistindo o Freddie Mercury executar as performances mais lendárias da história, e desde criança me imagino com o pedestal na mão realizando aqueles movimentos em cima do palco. É aquela postura majestosa, imponente e confiante que pretendo entregar nos meus shows. Uma presença de palco como a do maior front man do mundo se encaixa perfeitamente com a sonoridade explosiva das minhas canções.      

Para a entrega ser completa, idealizo eu no vocal e piano, com o acompanhamento de uma banda pequena com guitarra, baixo e bateria, além do VS com os timbres eletrônicos. Dessa forma, as canções ganhariam mais vida por ter alguns instrumentos tocados ao vivo, o palco ficaria mais preenchido, com interação entre os membros, e a sonoridade eletrônica seria mantida, resultando em uma entrega digna de um rockstar.

 

O exemplo que melhor se aproxima da minha idealização é o Coldplay. A banda, que possui essa exata formação de músicos nos instrumentos, ainda toca "A Sky Full Of Stars", uma música eletrônica produzida pelo Avicii (exemplo mais perfeito, impossível). A canção tem uma sonoridade muito semelhante às minhas; veja como a música não perde o seu timbre eletrônico nem a sua explosão visceral mesmo com instrumentos ao vivo (afinal, músicas eletrônicas também possuem melodias de guitarra, linhas de baixo e bateria). Impossível não notar também como canções assim são verdadeiros hinos de estádio:

Assista um trechinho de uma música minha com essa energia explosiva:

Agora, mergulhe no universo melódico do Progressive House

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